Focando no combate à ludopatia e no controle de apostas compulsivas, oferecemos um programa terapêutico especializado com suporte psicológico contínuo e cobertura integral pelo seu plano de saúde.





Com estrutura focada na dependência de jogos e apostas eletrônicas, nossa instituição atua na reorganização do sistema de recompensa cerebral. Atendemos o indivíduo desde a interrupção da compulsão financeira e emocional até o restabelecimento da estabilidade psíquica, bloqueando os gatilhos do jogo através de protocolos da Terapia Cognitivo-Comportamental e acompanhamento diário.
O jogo compulsivo causa ansiedade extrema, depressão e sérios prejuízos financeiros que afetam toda a família. Aplicamos acompanhamento psiquiátrico e terapêutico focado para conter surtos de impulsividade e reestruturar os hábitos do paciente. Nossa equipe médica e de psicologia está disponível 24 horas para prestar assistência em ambiente seguro e protegido.
No tratamento do vício em jogos, nosso objetivo principal é devolver a autonomia, a responsabilidade financeira e a paz emocional ao paciente. Nossa equipe multidisciplinar trabalha na desconstrução de ilusões cognitivas e na construção de um estilo de vida saudável, capacitando o indivíduo a viver livre das apostas a longo prazo.
O plano terapêutico envolve afastamento dos estímulos digitais e bancários, reabilitação psicológica e psiquiatria. Tratamos a ansiedade subjacente, reorganizamos o controle dos impulsos e preparamos o paciente para uma rotina financeira equilibrada.
A internação proporciona o afastamento necessário das plataformas de apostas e celulares, criando um ambiente seguro. O programa une acompanhamento psiquiátrico para controle do impulso, psicoterapia individual e em grupo para reestruturação cognitiva e suporte para reorganização da vida pessoal.
Sim, o vício em jogos (ludopatia) é classificado no CID-11 como transtorno mental e possui cobertura obrigatória pelos planos de saúde na modalidade hospitalar. Nossa equipe gerencia a autorização burocrática diretamente com a operadora, garantindo internação rápida e com total sigilo familiar.
A permanência costuma variar entre 30 e 90 dias, conforme o grau de compulsão e comprometimento emocional. Esse tempo é fundamental para reequilibrar os neurotransmissores do cérebro, tratar episódios de ansiedade severa e estabelecer ferramentas sólidas para o paciente não voltar a apostar.
O jogador frequentemente nega o problema por acreditar que recuperará o dinheiro perdido. Quando o vício causa colapso financeiro ou risco à integridade da família, é possível solicitar a internação involuntária prevista na Lei 10.216/01, respaldada por laudo psiquiátrico para proteger o paciente.